Devemos sempre permitir que a criança que vive em nós apareça, para não nos deixarmos levar por esse mundo egoísta. Para que ela nos lembre dos mais belos sentimentos e palavras e que todos a nossa volta recebam sempre as melhores coisas de nós.
Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão
(...)
E me fala de coisas bonitas
que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito
Caráter, bondade, alegria e amor
Pois não posso
Não devo
Não quero
Viver como toda essa gente
Insiste em viver
E não posso aceitar sossegado
Qualquer sacanagem ser coisa normal.
Milton Nascimento
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Política Educacional: Uma retrospectiva histórica
Durante os períodos da História do Brasil observa-se que a preocupação com um sistema educacional foi se dando mediante o processo de evolução econômica.
Por Márcia Rebeca com a contribuição: Prof.: Janari Negreiros
O Brasil viveu durante anos sob o regime educacional propiciado pelos jesuítas. Neste regime observava-se apenas o desejo de expansão do cristianismo e da cultura do dominador, como forma de domesticar os dominados, em sua maioria índios e escravos.
A pirâmide social era baseada na organização para o trabalho. A igreja dominava os cenários sociais e político. A Instituição escola era dispensável, pois não era necessária qualificação para se trabalhar nas monoculturas.
Ao passar dos anos a sociedade política iniciou seu processo de fortalecimento, com isso começou a ser observado o processo de formação da política educacional.
Com a crise de 1929 a economia de agroexportação teve seus recursos destinados para outros setores, como a industria, que passou a produzir aqui bens que outrora eram importados.
Durante o Estado Novo vê-se a formulação de uma política educacional com a Criação do Ministério da Educação, da preocupação com a formulação do PNE, da regulamentação do financiamento da rede formal de ensino e sua gratuidade, de facultar o ensino religioso, a introdução do ensino profissionalizante.
O sistema de ensino mudou junto com a economia. A indústria buscava mão-de-obra qualificada e o Estado passou a fornecer a qualificação indo ao encontro da burguesia e dos mais pobres, pois a chance educacional era posta como um prêmio. Porém a chance que todos vislumbravam que era a ascensão social somente era obtido pelo título acadêmico, e isso, o ensino profissional não permitia.
O Estado passou a controlar o sistema educacional, que antes estava sob os poderes da Igreja.
As mudanças proporcionadas pelo desenvolvimentismo desencadearam o início dos conflitos de classes, pois a classe menos dominante sentiu-se excluída dos processos de decisão.
O sistema educacional brasileiro nasceu mediante as transformações econômicas do país, pois a partir do momento que foi preciso preparar os trabalhadores para o trabalh0o, o poder público preocupado em enriquecer o país sentiu a necessidade de oferecer educação gratuita para a população
Por Márcia Rebeca com a contribuição: Prof.: Janari Negreiros
sábado, 19 de setembro de 2009
O PARADOXO
Cai a noite, hora de voltar para casa. O cansaço bate, vontade não falta. Sempre existe algo que pode fazer algo tão simples, se transformar no caos. Quantas vezes já nos vimos nesta situação?
Veja se está no seu perfil
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quarta-feira, 26 de agosto de 2009
A POLÍTICA DA EXCLUSÃO
Viaduto, reduto do marginalizadoMendigo, que um dia esteve desesperado
Mas que hoje tem ali seu mundo acordado
Enquanto o cidadão dorme dopado
Ele usufrui da brisa ao ar livre sem telhado
Sem o medo de ser julgado
De ser encarado olho no olho pois foi roubado
Sua alma, dignidade, ficaram do outro lado
Junto com a identidade que caiu do bolso rasgado
O coração rasgado, remendado
Com os trapos que outrora vestiam o agora pelado
Corpo sujo, fétido e deteriorado
Plastificado com o saco do lixo que é considerado
Já não precisa de relógio, o tempo é ignorado
Enquanto todos correm, ele está parado
Tem seu espaço onde tudo é disputado
Mas se engana quem pensa que é de graça, dado
Precisa ser conquistado, onde tudo é negociado
O muro pintado, grafitado, enfeitado,
Colore o mundo do transeunte ocupado
Demais até para notar que ali jaz um ser dotado
De personalidade, sentimentos, um sujeito desalojado
Do mundo, da sociedade, do padrão considerado
Como normal, aceito, sociável, identificado
Um não-gente vivo e morto um indigente abandonado
Mais uma vez sem flores, caixão, direito de ser velado
Jogado sob a terra, o viaduto, o papelão molhado
Sua proteção como o jornal enrolado
E nesse mundo pensado auto-sustentado
É útil todo material reciclado
Objetos, coisas, material, recurso reutilizado
Mas o recurso humano só se for estudado,
Bem empregado, bem arrumado, penteado,
Cheiroso, senão não é cidadão dotado
De direitos, restando-lhe apenas o dever de olhado
De cima por quem está na ponte ou no telhado
Rebaixar-se ainda mais à sua insignificância e calado
Prosseguir diária e rotineiramente recatado
Em seu mundo muitas vezes insano com um tratado
Entre sua alma e este mundo onde tudo é considerado
Apenas mais um número estimado
sábado, 25 de julho de 2009
UM EXEMPLO DE PERSEVERANÇA
Nossa luta é pela vitória do sentimento.
Por mais que possam tentar, não vão conseguir fazer com que desistamos de nosso ideal. Pode ser difícil, ter caminhos acidentados e tormentas a serem vencidas, porém existe a vontade de vencer. Não necessáriamente para vencer se precisa estar noa alto de um pódium, figuração de uma conquista com prazo limitado à um proximo desafio. A maior vitória que perseguimos é a da alma, de senti-se bem e com o dever cumprido, a vitória do sentimento e da perseverança. Mauro Shampoo, hoje você é nossa inspiração. A simplicidade faz a diferença!
www.fabriciolopes.blogspot.com
quarta-feira, 10 de junho de 2009
VAMOS COMEÇAR O DIÁLOGO???
Globalização nossa de cada dia
Até onde vai a globalização? Será que ela é fruto dos tempos? Ou será fruto das angústias? Quando escrevo neste blog entendo que o mundo pode acessar, porém diversas coisas que vejo na televisão o mundo não deve ver. A globalização comercial plastificada e quadrada impõe metódos de convivio cotidianos, que mesmo os mais criticos com o passar do tempo se encaixam, porém existem certos hábitos que são cotidianos e parecem tornar-se cada vez mais distantes da realidade comum.
Me chamem de louco se necessário for. Serei sempre um careta para dizer que amo!
Seguirei o caminho da socialização das idéias e do conhecimento. Mas "perder la ternura, jamás."
Um pequeno filme para começar o diálogo?
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